Ao deleitar-me com o conteúdo deste opúsculo escrito por
José Mario França recordei-me de Eclesiastes, capítulo 12.10-12: “Procurou o pregador achar palavras
agradáveis; e o escrito é a retidão, palavras de verdade. As palavras dos sábios
são como aguilhões, e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações
que nos foram dadas pelo único Pastor. E, demais disto, filho meu, atenda: não
há limites para fazer livros...”
A
preocupação do autor não foi uma demonstração de suas qualidades literárias e
intelectuais, mas, de descortinar os véus da verdade implícita em costumes
engendrados em nossa cultura em se tratando de transito.
Evangelista Daniel Alves Pena
Bacharel em Teologia com formação pastoral, Mestre em Teologia com ênfase em Psicologia pastoral e Doutorando em Ciências da Religião pela FATI. Ex-Coordenador do Pólo de Tecnologia em Desenvolvimento para Sistemas Móveis, ligado à Secretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Ex-Coordenadores do Projeto para Dependentes Químicos (PREFAM).
Técnico-Administrativo da DGE (Departamento de Gestão
Eleitoral da APOIORT). Diretor Executivo da Revista Fundamento Cristão, Diretor
Pedagógico, Professor e Presidente Internacional da Faculdade Teológica
Internacional - FATI. Escritor e têm como suas primeiras obras literárias, os
seguintes livros: “O colapso das igrejas evangélicas” e “Perdoa-nos assim como
nós perdoamos”.


Postar um comentário